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27.1.22

fragmento #19 chegou ao destino

 Vão chegando notícias dos fragmentos que enviei pelos correios. Espanha foi também destino de alguns deles, eis o fragmento #19.


“Onte foi un fermoso día. Fun recoller á oficina de correos unha carta certificada que traía un Libro Caderno de artista da Vânia Kosta. Un fermosísimo agasallo por ter correspondido a súa invitación para participar no seu proxecto Janela Adentro, (este ano en forma de envío postal).

Moitas grazas Vânia polo teu agarimo, traballo e coidado de nós e das nosas obras que andiveron por Braga.

Apertas fortes.” 

Xavier Fernandez 




24.1.22

o Fragmento #16 chegou ao destino...

FRAGMENTO #16


 Recebendo imagens dos fragmentos que viajaram com destino a casa dos Artistas que colaboraram com a edição do Calendário do Advento’21. Obrigada Marta Nunes.





20.1.22

de Norte a Sul do País vão chegando notícias...

FRAGMENTO #2


 De Norte a Sul do País, além fronteiras, aos poucos vou recebendo notícias dos fragmentos da Obra que se transformou em 24 Livros-Postais independentes e livres.

 Obrigada Priscilla Ballarin.






19.1.22

dos fragmentos que seguiram viagem...

FRAGMENTO #22

 Alguns dos fragmentos da peça que habitou a janela do dia 24 de Dezembro do Calendário do Advento viajou até ao Espanha. Demorou muito mais tempo que imaginaria mas chegou por fim ao seu destino.
 Obrigada Alfonso Vicente Rey.





18.1.22

envelopes que vão chegando além...

FRAGMENTO #4

 As notícias dos fragmentos que compõem a Obra Original da janela do dia 24 de Dezembro do Calendário do Advento’21 continuam a chegar. Pelo correio, ou entregue em mãos, assim tenho entregue cada um destes fragmentos aos Artistas que participaram nesta edição "Histórias por contar". E tem sido uma emoção receber estas notícias e as imagens que têm registado dos envelopes que receberam. 

Obrigada Paula Estorninho.







17.1.22

chegando às mãos prometidas...

FRAGMENTO #1

 A obra que apresentei no decorrer da edição do Calendário do Advento fragmentou-se em 24 Livros-Postais. vão chegando notícias de quem os recebeu como forma de agradecimento. Obrigada Rosa Lima Barreto.




12.1.22

continuam a chegar notícias...

FRAGMENTO #7

 Continuam a chegar notícias dos fragmentos que compõem a Obra Original que habitou a janela do dia 24 de Dezembro do Calendário do Advento’21. Parece que a magia do Natal ainda paira no ar. Cada fragmento foi numerado e assinado por mim. Aos poucos, cada um dos Artistas que colaborou comigo nesta edição "Histórias por contar", recebe como forma de agradecimento, um fragmento transformado num Livro-Postal. 

 Obrigada Elsa Lopes.






10.1.22

começam a chegar notícias dos Livros-Postais enviados...

 FRAGMENTO #14


 Ainda tenho alguns envelopes para entregar em mãos, outros para enviar pelos correios. Alguns já chegaram e na verdade já fui recebendo lindas mensagens dos Artistas que foram descobrindo que fragmentos da Obra Original lhes enviei. 


 Se estiveram atentos a este projecto JanelaAdEntrO [uma história à janela], sabem que a Obra que apresentei no dia 24 de Dezembro, no Calendário do Advento’21, foi posteriormente fragmentada em 24 partes, transformadas assim em 24 Livros-Postais, que seguiriam posteriormente viagem, como forma de agradecimento, através dos correios ou entregues em mãos (ainda em processo) aos Artista que colaboraram comigo nesta linda iniciativa.


 Quando olhei para a Obra completa ocorreu-me que iria ter alguma dificuldade em escolher os fragmentos para cada um deles. Por um pormenor ou outro, em alguns era capaz de identificar um ou outro artista, mas as escolhas a certa altura complicavam-se. Foi quando me ocorreu que o mais “justo e descomplicado” seria distribuir o número de cada fragmento pelos mesmos números dos dias no Calendário do Advento. Cada artista habitou uma janela específica neste Calendário e assim seriam feitas as escolhas.


 Começo finalmente a receber notícias desses fragmentos da Obra Original que habitou a minha janela do dia 24 do Calendário do Advento’21 desta edição “Histórias por contar”, por isso é como se a magia do "Natal" ainda andasse por cá. Obrigada Zélia Évora 



"Desde que fui convidada a primeira vez para participar na @janelaadentro que me espanto com a generosidade da Vânia.  Dedicar tanto tempo a mostrar o trabalho de outros artistas, sem ter um retorno monetário, parece-me sempre espantoso. Claro que terá outra vantagem. Dar é sempre um algo que nos faz crescer. 

Este ano hesitei participar,  mas depois pensei que não podia dizer não. Na volta do correio, recebi esta "parte de peça" [ainda assim inteira], verdadeiramente inspiradora. Parte da Vânia.  

Enquanto saí para tirar uma foto "à janela", ocorre-me que a Vânia é, na sua essência,  uma janela. Uma janela que vê a arte nos outros, que mostra a arte dos outros, e isso é algo lindíssimo, que quero agradecer." // Zélia Évora








31.12.21

desta edição do Calendário do Advento...

 "Histórias para contar", recriaram esta edição do Calendário do Advento. 

 Finalmente, partilho aqui este video, em modo retrospectiva desta colectiva que habitou as janelas da casa de cada um dos Artistas e que, aqui e acolá, posteriormente espreitaram por diversas janelas espalhadas pela cidade de Braga (ainda que tenha sido apenas para os registos diários que se perpetuam sim aqui nas plataformas virtuais). 

 Um agradecimento a cada um dos Artistas que participaram nesta iniciativa e a todos os que seguiram atentos as revelações diárias deste tão especial Calendário.

 Em jeito de retrospectiva e agradecimento aqui fica finalmente este video.


24.12.21

24 de DEZEMBRO de 2021 - 24 fragmentos que seguem viagem para a caixa de correio de cada um dos Artistas desta edição






SOBRE A MINHA ARTE POSTAL.

 Desde a ideia original em convidar Artistas a juntarem-se a mim na recriação deste Calendário do Advento, o Natal foi ganhando um novo sentido. 

 Ao longo dos tempos, a magia que alimentei desde a infância foi sendo transformada e “desfigurada” dessa essência original. Mas sempre quis acreditar que um dia iria reconstruir esse sentido de Natal longe de amarguras e tristezas. A chegada deste Calendário do Advento em 2011 e a chegada da Olívia em 2018, reforçaram este caminho de reconstrução. Sinto que estou nesse percurso e que reencontro a cada ano esse "Natal" perdido num tempo e num lugar que chamava casa e família. E quantas pessoas tenho trazido em cada advento. Quantas por iniciativa têm entrado por esta janela adentro com o desejo de fazer parte dela. Quanto de maravilhoso vi e vejo acontecer. Quanto orgulho tenho neste Calendário do Advento.


 Este ano, o desafio lançado surgiu em forma de Arte Postal. Sem as janela originais onde tudo acontecia voltado para uma das ruas do centro histórico da cidade de Braga, e diferente da edição do ano passado, onde cada Artista mostrou a sua Arte nas suas próprias janelas, este ano a ideia era trazer essa memória de troca de correspondência, onde a Arte de cada um ganhasse forma num suporte correio que tomaria uma viagem com a minha caixa de correio como destino. Cada Artista desenvolveu assim, de forma livre, a sua obra de Arte Postal ao tema “Histórias por contar”. Na minha caixa do correio, ou entregue em mãos, fui recebendo cada uma dessas obras de Arte Postal. 


 E se desde o dia 1 de Dezembro tenho revelado diariamente cada um dos Artistas, a sua História e a sua obra, hoje dia 24 de Dezembro, revelo a última janela deste Calendário do Advento.


 Desde o primeiro instante em que lancei este desafio, para mim fazia todo o sentido que a obra de Arte Postal por mim criada fosse composta por 24 elementos que funcionariam simultaneamente como um todo, assim como de forma livre e individual. A intenção desde o início desta bela viagem era que cada Artista recebesse posteriormente e em troca, na sua caixa de correio, um fragmento da minha obra original.

O chão foi durante vários dias o meu palco de criação. Sobre o chão estendi páginas em branco feitas em tecido onde, com retalhos e fios escrevi memórias. E como para mim este Calendário do Advento estará para sempre ligada à memória da minha Monstera que crescida de forma resplandecente no estúdio onde tudo acontecia à janela, nesta obra recriei em tecido diversas silhuetas das muitas folhas da Monstera que fui guardando ao longo destes anos. Desenhei a sua silhueta em tecidos que recortei posteriormente. E essas folhas recortei-as ainda em partes que fui semeando nas páginas em branco espalhadas pelo chão. Prata, Ouro, Luz, Noite e a linha vermelha da vida…


 Agradeço a todos os artistas que se juntaram a mim nesta iniciativa e desejo que este pedaço de tecido em forma de livro postal, desenhado com linhas e gestos, vos leve também um pouco de mim, assim como recebi de vós, materializados nas vossas obras.

 Durante este dia irei tentar revelar mais imagens e pormenores destes Livros Postais, mas lançaria aqui o convite para que cada um dos Artistas, no dia em que receberem a minha Arte Postal nas vossas caixas do correio, se sintam entusiasmados em fotografá-la e a partilharem comigo as vossas imagens. Grande Abraço a todos.



24 de DEZEMBRO de 2021 // VÂNIA KOSTA


CALENDÁRIO DO ADVENTO

24 de DEZEMBRO de 2021

ARTISTA. VÂNIA KOSTA

LOCALIDADE. BRAGA


SOBRE MIM.

 Licenciei-me no Ensino Artístico e no Projecto Erasmus encontrei a primeira oportunidade para viajar e descobrir mais sobre mim e o mundo. 

 O simples gesto de criar manifesta-se quer através do desenho, da escultura ou outras formas de expressão, mas foi em 2005 que assumi os têxteis como materiais predominantes na minha obra. No diálogo entre o manuseamento e exploração directa das fibras e dos fios, e o intuitivo do processo criativo encontro novos caminhos e possibilidades para materializar as minhas memórias, desejos e pensamentos. Os materiais, muitas vezes espalhados pelo chão, convidam-me a entrar nesse palco de criação, surgindo muitas vezes referência a elementos naturais e orgânicos pela minha forte ligação à Natureza. 

 Gosto de habitar lugares com as minhas esculturas e perceber a interacção do público. As obras mais recentes passaram aliás a incorporar também objectos e elementos construídos pelo público, acrescentando assim impressões e memórias, numa busca de sentido maior e de colectivo.






SOBRE A MINHA ARTE POSTAL.

 Desde a ideia original em convidar Artistas a juntarem-se a mim na recriação deste Calendário do Advento, o Natal foi ganhando um novo sentido. 

 Ao longo dos tempos, a magia que alimentei desde a infância foi sendo transformada e “desfigurada” dessa essência original. Mas sempre quis acreditar que um dia iria reconstruir esse sentido de Natal longe de amarguras e tristezas. A chegada deste Calendário do Advento em 2011 e a chegada da Olívia em 2018, reforçaram este caminho de reconstrução. Sinto que estou nesse percurso e que reencontro a cada ano esse "Natal" perdido num tempo e num lugar que chamava casa e família. E quantas pessoas tenho trazido em cada advento. Quantas por iniciativa têm entrado por esta janela adentro com o desejo de fazer parte dela. Quanto de maravilhoso vi e vejo acontecer. Quanto orgulho tenho neste Calendário do Advento.


 Este ano, o desafio lançado surgiu em forma de Arte Postal. Sem as janela originais onde tudo acontecia voltado para uma das ruas do centro histórico da cidade de Braga, e diferente da edição do ano passado, onde cada Artista mostrou a sua Arte nas suas próprias janelas, este ano a ideia era trazer essa memória de troca de correspondência, onde a Arte de cada um ganhasse forma num suporte correio que tomaria uma viagem com a minha caixa de correio como destino. Cada Artista desenvolveu assim, de forma livre, a sua obra de Arte Postal ao tema “Histórias por contar”. Na minha caixa do correio, ou entregue em mãos, fui recebendo cada uma dessas obras de Arte Postal. 


 E se desde o dia 1 de Dezembro tenho revelado diariamente cada um dos Artistas, a sua História e a sua obra, hoje dia 24 de Dezembro, revelo a última janela deste Calendário do Advento.


 Desde o primeiro instante em que lancei este desafio, para mim fazia todo o sentido que a obra de Arte Postal por mim criada fosse composta por 24 elementos que funcionariam simultaneamente como um todo, assim como de forma livre e individual. A intenção desde o início desta bela viagem era que cada Artista recebesse posteriormente e em troca, na sua caixa de correio, um fragmento da minha obra original.

O chão foi durante vários dias o meu palco de criação. Sobre o chão estendi páginas em branco feitas em tecido onde, com retalhos e fios escrevi memórias. E como para mim este Calendário do Advento estará para sempre ligada à memória da minha Monstera que crescida de forma resplandecente no estúdio onde tudo acontecia à janela, nesta obra recriei em tecido diversas silhuetas das muitas folhas da Monstera que fui guardando ao longo destes anos. Desenhei a sua silhueta em tecidos que recortei posteriormente. E essas folhas recortei-as ainda em partes que fui semeando nas páginas em branco espalhadas pelo chão. Prata, Ouro, Luz, Noite e a linha vermelha da vida…


 Agradeço a todos os artistas que se juntaram a mim nesta iniciativa e desejo que este pedaço de tecido em forma de livro postal, desenhado com linhas e gestos, vos leve também um pouco de mim, assim como recebi de vós, materializados nas vossas obras.

 Durante este dia irei tentar revelar mais imagens e pormenores destes Livros Postais, mas lançaria aqui o convite para que cada um dos Artistas, no dia em que receberem a minha Arte Postal nas vossas caixas do correio, se sintam entusiasmados em fotografá-la e a partilharem comigo as vossas imagens. Grande Abraço a todos.


23.12.21

23 de DEZEMBRO de 2021 - algures pelas janelas da cidade de BRAGA

CALENDÁRIO DO ADVENTO
23 DE DEZMEBRO DE 2021
. MONSENHOR enVIDE neFELIBATA

SOBRE A MINHA "ARTE CORREIO".

 Fui assim contactado pela Vânia Kosta para, pelo segundo ano consecutivo, participar no catita "projeto das janelas" da própria. Claro está, que ainda tenho o hábito de dizer o sim a desafios e sendo este de mailart ... mais ainda. Na corretês que assiste à Vânia, lá me pediu uma coisa de arte postal... ora, não fosse eu ter um ódio amigável à denominação "arte postal" e preferir "arte correio", não teria eu criado o que criei.

 Ora, tenho o hábito de me deliciar com a literalidade de certas abordagens, daí ter engendrado este postal que na verdade consiste de uma sanduíche de dois postais mas que depois passa a ser um único postal e portanto já não sei se é plural ou singular. Bem, singular é de alguma forma. E aqui temos, um simples postal ou algo que nos pode levar a questionar o que é um postal, o envio postal, essa malfadada arte postal e a arte correio... Olha, cenas.



23 de DEZEMBRO de 2021 // MONSENHOR enVIDE neFELIBATA


CALENDÁRIO DO ADVENTO //

23 de DEZEMBRO de 2021

ARTISTA. MONSENHOR enVIDE neFELIBATA

LOCALIDADE. PORTO


SOBRE MIM.

 Monsenhor enVide neFelibata possui formação especializada em teatro de marionetas, cerâmica, gravura e tecnologias informáticas.

 Dedica-se ao teatro de marionetas desde 1998 e é um dos fundadores da companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora com atividade regular desde 2002. É ainda um dos diretores e professores da Escola da Marioneta e coorganizador do “Ei! Marionetas – Festival Internacional de Marionetas de Gondomar”. É responsável pela direção plástica desta estrutura onde cria marionetas, cenografia, adereços, leciona ações de formação de criação de marionetas para adultos e profissionais da área, e colabora com outras companhias de teatro de marionetas e instituições públicas e privadas. O trabalho da sua companhia profissional de marionetas já foi apresentado em mais de 350 festivais e encontros nacionais e internacionais na forma de espetáculos, animações, performances, oficinas, ações de formação, exposições e instalações artísticas.

 Como artista plástico dedica-se à exploração constante da dessacralização da arte, provocação e a colaborações e criações conjuntas com outros artistas. Investiga, desenvolve e publica técnicas e materiais de expressão plástica aplicados à arte da marioneta. Recentemente tem participado, organizado e curado exposições de arte_correio (mail_art) e arte_por_correio (art_by_mail) em galerias, museus, bibliotecas e espaços não convencionais. Tem vindo ainda a realizar consultadoria artística na vertente artística das marionetas como elemento de expressão plástica e dramática.


 Monsenhor enVide neFelibata é colecionador de bases de copos, borrachas, fitas métricas de carpinteiro, máquinas de escrever e de toda a variedade de pequenos artigos de expressão plástica anterior aos anos 90. É um ávido comprador de livros desde que muito cedo se decidiu a criar uma biblioteca pessoal extensa nas suas diversas temáticas.

 Artista ativo da mail_art antes mesmo de saber da existência de uma palavra para definir esse género artístico, fomenta desde que se lembra a troca de arte entre profissionais e aspirantes. Organiza também exposições coletivas itinerantes permitindo artistas nacionais e internacionais mostrar as suas obras dentro de Portugal.

Promove ainda o software livre e apoia a comunidade open source através da tradução de software na sua língua nativa.


<em>"E eis que todas as coisas têm sua semelhança; e todas as coisas são criadas e feitas para prestar testemunho de mim; ambas coisas que são temporais e coisas que são espirituais; as coisas que estão nos céus acima, e as coisas que estão sobre a terra, e as coisas que estão dentro da terra, e as coisas que estão sob a terra; tanto por cima como por baixo, todas as coisas prestam testemunho de mim.

E tu és segundo a ordem daquele que foi sem princípio de dias ou fim de anos de toda a eternidade para toda a eternidade.

Eis que tu és um em mim, um filho do Deus; e assim possam todos tornar-se Deuses."

<strong>- Monsenhor enVide neFelibata</strong></em>






SOBRE A MINHA ARTE POSTAL.

 Fui assim contactado pela Vânia Kosta para, pelo segundo ano consecutivo, participar no catita "projeto das janelas" da própria. Claro está, que ainda tenho o hábito de dizer o sim a desafios e sendo este de mailart ... mais ainda. Na corretês que assiste à Vânia, lá me pediu uma coisa de arte postal... ora, não fosse eu ter um ódio amigável à denominação "arte postal" e preferir "arte correio", não teria eu criado o que criei.
 Ora, tenho o hábito de me deliciar com a literalidade de certas abordagens, daí ter engendrado este postal que na verdade consiste de uma sanduíche de dois postais mas que depois passa a ser um único postal e portanto já não sei se é plural ou singular. Bem, singular é de alguma forma. E aqui temos, um simples postal ou algo que nos pode levar a questionar o que é um postal, o envio postal, essa malfadada arte postal e a arte correio... Olha, cenas.

22.12.21

22 de DEZEMBRO de 2021 - algures pelas janelas da cidade de BRAGA

CALENDÁRIO DO ADVENTO

22 de DEZEMBRO de 2021

. ALFONSO VICENTE REY


SOBRE A MINHA ARTE POSTAL.

 Nas Ilhas Canárias, a vulgarmente conhecida Figo-da-India (Opuntia ficus indica) é uma planta da família das cactáceas, também conhecida como chumbeira. É um cacto suculento, ramificado, com ramos de clorofila achatados de porte espesso e superfície muito espinhosa.

 O motivo deste tema nada mais é do que uma imagem simbólica das circunstâncias que me levaram a residir alguns meses nas Ilhas Canárias. Poderia ser interpretado como uma síntese de uma jornada de vida, a descoberta de um novo território, a surpresa de uma paisagem física e intelectual até então desconhecida para mim. A Figo-da-India faz parte dessa paisagem, mas também é a marca de uma descoberta pessoal e um símbolo de resistência e superação.



22 de DEZEMBRO de 2021 // ALFONSO VICENTE REY

CALENDÁRIO DO ADVENTO

22 de DEZEMBRO de 2021

ARTISTA. ALFONSO VICENTE REY

LOCALIDADE. A GUARDA / PONTEVEDRA / ESPANHA

SITE.

alfonsovicenterey.com

papeldestraza

instagram


SOBRE MIM.

(A Guarda, Galiza, 1973.)

 Artista plástico e ilustrador. Licenciado em Belas Artes pela Universidade de Salamanca e Técnico Superior em Ilustração pela EASD Antonio Faílde de Ourense. 

 Desenvolve o seu traballo artístico entre a gravura, a pintura e o desenho. Os seus temas giram em torno da natureza e da paisagem, principalmente. A obra gráfica ocupa uma parte importante na sua produção artística, especialmente a xilografía que combina com outras técnicas.

 Participou em diferentes exposições individuais e colectivas, tanto a nível nacional como internacional (Bienal de Cerveira, Bienal de Gaia, Griffin Gallery, Moof Museum, Palacio Los Serrano, etc.)

 Actualmente trabalha como profesor de artes plásticas e desenho.



SOBRE A MINHA ARTE POSTAL.

 Nas Ilhas Canárias, a vulgarmente conhecida Figo-da-India (Opuntia ficus indica) é uma planta da família das cactáceas, também conhecida como chumbeira. É um cacto suculento, ramificado, com ramos de clorofila achatados de porte espesso e superfície muito espinhosa.

 O motivo deste tema nada mais é do que uma imagem simbólica das circunstâncias que me levaram a residir alguns meses nas Ilhas Canárias. Poderia ser interpretado como uma síntese de uma jornada de vida, a descoberta de um novo território, a surpresa de uma paisagem física e intelectual até então desconhecida para mim. A Figo-da-India faz parte dessa paisagem, mas também é a marca de uma descoberta pessoal e um símbolo de resistência e superação.